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McLain62McWilliams

Por Que Decidiu Ser Candidato?


Entrevista Com O Neurocientista Stevens Rehen


Há dois anos, o economista Paulo Rabello de Castro, hoje com 69 anos de idade, viu a carreira oferecer uma guinada. Pouco famoso dos eleitores, Rabello de Castro não pontua nas pesquisas de vontade de voto - no entanto participará dos debates pela tv, por causa de seu partido cumpre o pré-quesito de ter pelo menos 5 congressistas.


Com mestrado e doutorado na Universidade de Chicago, celeiro de pensadores neoliberais, ele não segue exatamente a cartilha do liberalismo clássico. Ele é favorável a interferências "do coletivo sobre o individual", a precisar dos "níveis de desequilíbrios de cada sociedade", e admite que o conceito de Estado mínimo é uma "chatisse".


No campo Aprender Mais Aqui , Rabello de Castro diz ser contra a descriminalização do aborto. É em prol da legislação atual que permite a combinação homoafetiva e diz não estar acompanhando a discussão sobre isso os projetos de Instituição Sem Partido, que, em linhas gerais, se opõem ao ensino de temas ligados à sexualidade nas escolas.


Referência pesquisada: https://pike32mccullough.picturepush.com/profile

Desde 2014, dezenas de propostas por esse significado têm sido apresentadas por ano em âmbito municipal, estadual e federal, incalculáveis deles por correligionários de Rabello de Castro. La Isla De La Pasión (1989) , o PL 7180/2014, relatado na Câmara pelo deputado Flavinho (PSC-SP) e de autoria de Erivelton Santana (PSC-BA), ele afirma não ter lido o texto do PL e diz que irá "revê-lo". A escoltar, trechos da entrevista concedida à BBC Brasil. https://javiuisso.com.br/melhor-curso-de-guitarra-online/ - O senhor tem uma longa carreira como economista, mas até assim sendo distante da política.


Por que decidiu ser candidato? Paulo Rabello de Castro - O pretexto é platônico. Platão dizia que você vai afim de política ou por dinheiro, ou na glória ou por aborrecimento de confira este site a coisa não anda. Foi por perceber que é o momento de não mais aguardar que outros façam.


Nós temos condição de demonstrar: "Sei fazer melhor". O Brasil tem de uma pessoa para "segurar com intenção de fazer" - e pra dar no período. BBC Brasil - Pela campanha de 2014 do PSC à Presidência, o pastor Everaldo defendeu uma espécie de agenda econômica "ultraliberal". Quais serão as linhas guias do teu programa? Rabello de Castro - Do ponto de visão filosófico, a agenda levantada pelo pastor Everaldo é ainda a que nos inspira. A escola liberal é insuperável. Você não poderia aguardar outra afirmação de quem foi aluno direto dos professores Milton Friedman, Gary Becker, Robert Lucas, T.W. Schultz (professores da Instituição de Chicago).


O que há no Brasil é uma enorme desarrumação sobre como pôr o liberalismo sem deixar ninguém pra trás. O Brasil quer praticar uma forma tupiniquim de liberalismo, que é o do 'eu sozinho'. A nossa bandeira política é não deixar ninguém para trás, pelo motivo de, antes de mais nada, o Brasil é uma coletividade.


BBC Brasil - 'Não deixar ninguém pra trás' se refere a que exatamente, medidas de redistribuição de renda? Rabello de Castro - Não, de medidas de distribuição de capital. A diferença da nossa bandeira em relação ao distributivismo keynesiano é que nós não estamos tão fixados no compartilhamento de fluxos orçamentários - Bolsa Família, assistência social previdenciária -, todavia uma forma muito mais avançada de empoderamento da comunidade.


  1. http://www.cursosingbridge.org/search?q=cursos /06/2018 11h30 Atualizado 12/06/2018 11h30
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E isso é possível sem recolher capital de ninguém, em razão de uma economia que se torna criativa a partir de políticas públicas bem elaboradas gera valor. E este valor que está sendo gerado se propaga em benefício tanto de quem agora tem capital como quem passa a tê-lo. Um exemplo que está na literatura é a capitalização da Previdência Social, que, na nossa proposta, tem uma configuração bem mais ampla do que simplesmente começar uma conta individual de Previdência. Significa criar um tema de valorização do capital das empresas estatais de forma que elas possam, no passo seguinte, pertencendo a um fundo social previdenciário, serem em vista disso geridas ou até provavelmente alienadas pelo máximo valor que elas conseguem adquirir.


Ou seja, você acaba, porventura, na privatização que muita gente defende - e que o pastor Everaldo, por exemplo, defendia -, só que com um método de captura de valor que a privatização "a gelado" possivelmente não consegue adquirir. BBC Brasil - O que o senhor está defendendo é que o procedimento de privatização das estatais financie a transformação da previdência em um regime de capitalização?


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Schweinderl